Os Dots representam uma nova experiência de utilização da Inteligência Artificial no ecossistema da OpenAI.
A possibilidade de combinar memória, capacidade de execução, integração com aplicações e iniciativa permite explorar formas de trabalho menos dependentes de pedidos individuais.
Contudo, a verdadeira utilidade de um agente desta natureza depende da qualidade do contexto que recebe, das responsabilidades que lhe são atribuídas, das ferramentas às quais tem acesso e das regras que orientam o seu comportamento.
Num negócio, por exemplo, pode fazer sentido começar por uma responsabilidade operacional muito concreta, medir a qualidade dos resultados e só depois alargar a sua autonomia.
É uma novidade com bastante potencial, mas também com limitações que importa conhecer, sobretudo nesta fase inicial.
A OpenAI já anunciou que pretende expandir o acesso e desenvolver novas capacidades para os Dots. Até lá, vale a pena acompanhar a evolução desta funcionalidade, porque o lançamento de 29 de setembro é apenas o primeiro passo da experiência que a empresa apresentou.